Yoani Sánchez

Recentemente a “blogueira” Yoani Sánchez foi recebida na Bahia com uma série de protestos, de acordo aos jornais de pessoas filiadas a partidos comunistas. Sánchez simplesmente comentou que isso era uma clara demonstração de democracia, algo que ela almeja a seu país.

Devo-lhes dizer que discordo dessa afirmação, uma vez que em minha humilde opinião, isso é uma clara demonstração de anarquia. Lugar onde todo mundo tem direito e ninguém tem dever só pode ter esse titulo!
(não vou discutir mais do que isso, entendam como quiserem)

Não estou aqui para defender o capitalismo ou o comunismo,  assim como, acredito eu, Yoani também não, e claramente nossos amigos filiados a esses partidos menos ainda, afinal, uma coisa é defender os ideias de Marx e outra completamente diferente é defender um governo opressor.

Somente dois tipos pessoas aprovam o governo cubano:

-Aquelas que nunca foram e vivenciaram Cuba
-Aquelas que fazem parte do governo

Mas cuba tem seus motivos – a começar por aquele maldito bloqueio – e quando eles acabarem não haverá problema, sempre existirá a mente humana para criar novos!

Os meus “Caros Amigos” que digam: “Cuba sem bloqueio”, eles têm razão, se o governo quer o bem do povo, porque dificultar?

Correção de redações do ENEM 2013

Recentemente, foi colocada em pauta na mídia a falta de credibilidade quanto à avaliação das redações do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).
Essas desconfianças devem-se principalmente a recentes polêmicas causadas, por exemplo, por um aluno que introduziu no meio da redação uma receita de macarrão instantâneo e por outro participante que cometeu erros gramaticais graves ao escrever palavras como “trousse” no lugar de trouxe e “enchergar” no lugar de enxergar e, ainda assim, recebeu nota máxima.

Muitas pessoas criticaram e denunciaram ineficiência na correção das redações, alegando até mesmo de que estas deveriam ser anuladas. É evidente que erros gramaticais na execução de um texto não podem passar despercebidos e fuga do tema também não, no entanto, zerar uma redação por erros gramaticais ou fuga significa desconsiderar outras competências que são levadas em consideração.  Além do mais, convenhamos português não é um idioma fácil, principalmente tratando-se da gramática.

Vale ressaltar que a língua é dinâmica e são os “erros” que promovem essas mudanças. É preciso saber como se comunicar em diferentes situações, fazendo-se necessário a utilização da norma culta ou não, mas também é importante reconhecer que independentemente das regras impostas pela gramática a comunicação sempre prevalece como um dos fatores mais importantes.

Tudo começou com uma grande explosão?

Os seres humanos podem ser classificados como no mínimo, mamíferos curiosos!
Essa curiosidade levou a maioria de nós a se perguntar: qual seria nossa origem?

De acordo a ciência, vários aspectos e processos se deveram a este fim. E tudo começa em uma grande explosão.
Para os estudiosos do ramo, o universo estava reduzido a uma minúscula partícula com uma potencial concentração de energia. Em um dado momento, mais precisamente para eles, cerca de 13,7 bilhões de anos atrás, houve o rompimento dessa partícula, provocando a liberação dessa energia em diversas maneiras, uma delas, uma explosão cósmica que gerou o universo.
Atualmente esta é a teoria mais aceita pelos cientistas, embora muitas outras, que revelem características e aspectos diferentes existam, sendo tão importantes quanto.

A vida na Terra teria surgido na sua forma mais primitiva, 3,5 bilhões de anos atrás, cerca de 1 bilhão de anos após sua formação, e sofrido juntamente com o planeta e todo o universo uma espécie de processo evolutivo, ininterrupto e crescente na visão cientifica.
Podemos a partir dessa ultima informação, lembrar dos postulados de Charles Darwin.

Vale ressaltar que neste artigo, embora se enfoque principalmente na formação do universo pela teoria do “big bang”, esta não é uma afirmação imutável e muito menos uma verdade absoluta.
Seria um grande equivoco para toda e qualquer teoria a alegação de veracidade inquestionável, desprezando assim a opinião de diversos outros, sem falar de que seria até mesmo uma agressão a própria escala da “evolução”.

Porque não poderia o universo ter sempre existido? Afinal ainda desconhecemos os conceitos do tempo e sua função no universo. Os seres humanos são incapazes de reconhecer a possível existência de algo sem começo ou eterno, ele limita-se a idéia de que tudo precisa haver um início e um fim.

Enquanto vivermos em paradoxos que nos impedem de nos alto criticarmos e nos prendermos a visões pré-determinadas por pessoas que auto intitulam-se ou são intituladas intelectuais, viveremos na mesmice, fadados a seguir os preceitos de alguém a qual nem mesmo reconhecemos os interesses, tudo que é escrito em histórias ou teorias possuem traços do aspecto pessoal de seu criador, que logicamente irá atender a visão DELE das coisas.

Esperando que os leitores sintam o prazer de mergulhar no mundo das idéias e das possibilidades, desvirtuando-se assim dos “fatos” e das visões alheias, deixo para vocês a pergunta:

O universo começou com uma grande explosão?

Gramática – Uma questão de ponto de vista

“Eles rolô no chão”, certamente um gramático assíduo e convicto do modelo normativo e padronizado da gramática rogaria pragas a esta afirmação, ou quem sabe lançaria um livro cheio de predicados, sujeitos e acentos no rosto do individuo que a pronunciou.

No entanto para nós amantes da língua brasileira, é facilmente compreendido o enunciado em questão, o que não seria possível se o posicionamento das palavras estivessem invertidos formando algo, por exemplo, parecido com isto: “no rolô chão eles”.

Dessa forma, notamos que embora não tenha sido utilizado um modelo “exemplar” da língua pelo falante, existe entendimento entre este ultimo e seus ouvintes pertencentes a nações com dialetos familiares aos seus. Destacamos assim dois modelos de gramática, um dos quais damos o nome de gramática normativa, que se adéqua ao modelo padrão da língua, muito utilizado pelos romancistas e poetas, e ao outro, chamamos de gramática internalizada. Esta ultima é aquela que não exige o modelo culto, convencional e cheios de regras que confundem a todos, desde que exista uma clara comunicação entre os falantes.

Enfim, gramática é um termo democrático do qual existem muitas formas de ser utilizado. Gramática é uma questão de ponto de vista.

Comentário sobre “George Carlin – Save the planet”

Está semana recebi um vídeo intitulado – “George Carlin – Save the planet”, neste vídeo o palestrante levantava uma crítica ao modo como os ambientalistas e ecologistas dizem estarem tentando “salvar o mundo”.

Abaixo segui o vídeo:

A partir desse mesmo vídeo três questões foram levantadas, as quais minhas respostas seguiram abaixo:

1) Qual a mensagem central que o palestrante quer passar para o público?

2) Qual a diferença entre a opinião do palestrante e a opinião dos ecologistas?

3) Qual a sua opinião a respeito?

 

1)    O palestrante faz uma crítica ao modo como os ambientalistas e os ecologistas tentam “salvar o mundo”, de acordo ao palestrante o mundo não precisa ser salvo, nos é que precisamos. Para este o mundo é um sistema que se auto-corrige e que já passou por tormentas maiores que os as que passa com a presença dos seres humanos, sendo assim, o mesmo irá se recuperar quando estes se forem. Portanto, nos seres humanos que nos auto intitulamos “seres superiores”, não passaremos de um erro evolutivo, um “caminho sem saída”, o mundo de regenera e tenta corrigir esse erro. O palestrante também compara o mundo a um organismo e as pessoas aos “vírus” que invadem o corpo. Em consequência o mesmo tenta se livrar do agente através dos anticorpos, seriam este ultimo, a natureza se virando contra a humanidade.

2)    O palestrante considera o objetivo dos ambientalistas em querer salvar as espécies da extinção um erro, por está intervindo e tentando controlar a natureza, além de um ato inútil, pois a cada dia de “amanhã” cerca de 25 espécies de “ontem” somem. O mesmo também considera que os ecologistas não estão preocupados em salvar o planeta e que no fundo eles só pensam em se mesmos e que latas de alumínio ou plástico não são de fato um problema para a sobrevivência do planeta e sim um problema para a sobrevivência dos próprios seres vivos. O ecologista por sua vez, defende a idéia de que salvar a espécie e conservar a natureza é essencial para sobrevivência do planeta, pois este está “doente” e a cada dia perde um pouco da sua essência e portanto da sua vida.

3)    A visão do palestrante é no mínimo interessante e nos chama a atenção para um ponto de vista real, não estamos lutando para sobrevivência do planeta, estamos lutando para a manutenção da vida no planeta e em casos extremos pela nossa sobrevivência. No entanto, isso não é motivo para nos preocuparmos menos com o que fazemos, só porque não é o planeta que vai morrer não quer dizer que seja natural jogar alumínio, plástico ou qualquer outro tipo de material a míngua no meio ambiente, além do que, se a manutenção da vida é o que está em jogo, cuidar do meio ambiente e das espécies se torna um fator fundamental para este fim. Realmente estamos intervindo na natureza fazendo tais coisas, mas nem sempre intervir em determinados processos, mesmo processos naturais, significa que estamos destruindo a mesma, muito vezes intervir é algo necessário para a manutenção da vida. O que seria de nós sem as diversas intervenções que sofremos ao longo dos anos? Será que possuiríamos tantos avanços na medicina por exemplo, que prolonga-se a vida de milhões de pessoas ao longo dos anos, será que a própria humanidade estaria viva nos dias de hoje?

Fica aos leitores a reflexão.

“O tempo é real ou é uma ilusão?”

A realidade do tempo

Muitos físicos argumentam que o tempo é uma ilusão. Lee Smolin prefere discordar.

E se o tempo for mesmo algo real?

Se você não é um físico teórico, a pergunta colocada por Smolin pode soar como uma grande bobagem, como se alguém lhe perguntasse: “E se os seus sapatos e meias fossem reais?”

Afinal, você os usa todos os dias, assim, como não poderiam ser reais?

Dentro do mundo da física fundamental, porém, a noção de que o tempo possa ser real é praticamente radical.

A sensação do tempo

Sim, como seres humanos, vivenciamos o tempo como uma coisa que flui; nós marcamos uma linha divisória entre o passado imutável e o futuro ainda a ser escrito; e nós acreditamos que vivemos em um momento especial que chamamos de presente, que está sendo constantemente atualizado.

Ainda de acordo com a sabedoria convencional – ou, pelo menos, de acordo com aquele tipo peculiar de sabedoria pouco convencional que governa a física quântica e a cosmologia – o tempo é uma ilusão que emerge de uma física mais profunda.

Nesse ponto de vista, o tempo é uma representação ficcional para o comportamento em larga escala de algo mais fundamental.

“É comum na filosofia e na ciência presumir que as coisas que são mais profundas e mais verdadeiras sobre o mundo estão fora do tempo,” resume Smolin, físico teórico do Instituto Perimeter em, Ontário, no Canadá. “A questão fundamental é, o tempo é real ou é uma ilusão? Nós experimentamos a vida como uma sequência de momentos, mas é assim que o mundo realmente é?”

“Não há dúvida de que o tempo existe, nós o usamos todos os dias,” acrescenta Sean Carroll, físico do Instituto de Tecnologia da Califórnia. “Mas não temos certeza se o tempo é realmente fundamental, se é uma parte necessária de uma compreensão profunda da física, ou se é apenas uma aproximação útil.”

A realidade do tempo

Smolin prefere continuar defendendo a realidade do tempo.

Mas, para isso, ele deve superar um grande obstáculo: as teorias da relatividade especial e geral parecem implicar o oposto.

Na visão clássica de Newton, a física funciona obedecendo ao tique-taque de um relógio universal invisível.

Mas Einstein descartou esse relógio-mestre quando, em sua teoria da relatividade especial, ele argumentou que não há dois eventos verdadeiramente simultâneos a menos que entre eles haja uma relação de causalidade.

Se a simultaneidade – a noção do “agora” – é relativa, o relógio universal deve ser uma ficção, e o próprio tempo é uma aproximação para o movimento e a mudança dos objetos no universo. O tempo está literalmente descartado da equação.

Embora tenha passado grande parte de sua carreira explorando as facetas de um Universo atemporal, Smolin se convenceu de que isto está “profundamente errado”, diz ele. Ele agora acredita que o tempo é mais do que apenas uma aproximação útil, que ele é tão real quanto a fome que sentimos nos diz que é, mais real, na verdade, do que o próprio espaço.

Física quântica e relatividade geral

A noção de um “tempo real e global” é a hipótese de partida para os novos trabalhos de Smolin, que ele vai realizar este ano com a ajuda de dois estudantes de pós-graduação, financiado pelo Instituto FQXi, uma entidade sem fins lucrativos cuja proposta é discutir as questões fundamentais da física e do Universo.

Smolin espera que este estudo possa permitir-lhe superar um dos maiores problemas não resolvidos da física e da cosmologia – unir as leis da física quântica com as leis da relatividade geral.

A física quântica funciona maravilhosamente bem quando aplicada aos átomos e suas partes constituintes; a relatividade geral é uma descrição testada e comprovada do espaço-tempo na escala macro dos planetas, estrelas e galáxias.

Quando estes dois conjuntos de leis se encontram, porém, como devem fazer para descrever o que acontece dentro de um buraco negro ou como o universo era na época do Big Bang, surge o conflito e o desentendimento.

Poderia o tempo ser a linha que irá costurá-las em uma peça única?

Relógio cósmico

Smolin espera que o levar o tempo a sério vai ajudar a desvendar o que aconteceu no cosmo primordial.

Até agora, é difícil distinguir as leis da natureza atuais das condições iniciais do universo – Em comparação, é fácil distinguir entre dois experimentos no laboratório porque estes testes podem ser repetidos com diferentes condições de partida. Os cosmólogos, entretanto, não podem reinicializar o universo.

Se ele puder lidar com as leis da física com a ajuda de um relógio cósmico fundamental, Smolin pode examinar a possibilidade de que essas leis possam ter sido diferentes no passado. A ideia de que as leis da física podem evoluir com o tempo só faz sentido num quadro em que o tempo é fundamental, afirma ele.

Para entender o porquê, imagine um jogo de futebol no qual as regras são programadas para mudar a cada minuto. Se o próprio relógio não for fundamental, mas também for governado por essas regras flutuantes, os pobres jogadores e árbitros estariam presos em um loop lógico infinito.

As idéias de Smolin podem ser pouco convencionais, mas outros cientistas admiram suas tentativas para salvar o tempo.

“Não fazer isso é negar os dados mais fundamentais que coletamos na vida diária – que estão na base da nossa capacidade de realizar experimentos e analisar teorias,” diz George Ellis, um matemático da Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul.

Entretanto, Carlo Rovelli, um físico da Universidade de Marselha, na França, é de opinião contrária: “Nós não devemos forçar as teorias à nossa intuição: nós mudamos a intuição para entender as teorias.”

Além da filosofia

Smolin tem consciência de que suas teorias devem ser mais do que filosoficamente agradáveis para que possam ser consideradas científicas.

Ele observa que os astrônomos já estão usando telescópios de raios gama e observatórios de raios cósmicos para investigar se as leis da relatividade especial ainda se mantêm sob energias extremas. Esses experimentos produziram resultados que restringem algumas teorias quânticas da gravidade.

“Embora eles não resolvam a questão de saber se o tempo é real,” diz Smolin, “esses experimentos limitam as opções para teorizações sobre a natureza do tempo.”

Fonte.: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=tempo-realidade-ou-ilusao&id=010130110509&ebol=sim

 


 

Mercosul

O mercado comum do sul ou simplesmente Mercosul é um bloco econômico fundado em 26 de março de 1991 com a assinatura do tratado de assunção no Paraguai, Embora já houvessem projetos para esse acordo em 1980.

Este bloco visa e tem como objetivo, a livre circulação de bens, fatores e serviços produtivos, uma política externa comum, coordenar posições conjuntas em fotos internacionais e políticas macroeconômicas e setoriais, além de harmonizar legislações nacionais, Tendo em vista a integração entre os países.

O Mercosul é um dos mais importantes blocos econômicos latino americano e é formado por 4 países, sendo estes: Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. A Venezuela está em processo de adesão, sua introdução ao bloco já foi aceita por quase todos os países, faltando somente a aprovação do Paraguai; Bolívia, Chile, Colômbia, Equador e Peru são membros associados ao bloco, podendo participar das reuniões, no entanto, não possuem direito ao voto.