A importância do jornal impresso para sociedade

Desde a época do imperador César, embora não existisse, ainda, o jornal impresso, na antiga Roma, o mesmo fundara o Acta Diurna, como uma maneira oficial de noticiar, os resultados de guerra, dos jogos, da igreja católica e das atividades políticas em geral.

Entre os séculos IX e XII, os trovadores, poetas do mundo europeu, também exerciam o papel de noticiários. A partir do Renascimento comercial e do surgimento de práticas econômicas mercantilistas, houve uma expansão na formação de Nações e Estados na Europa e de um intercâmbio econômico sedento por informação.

Em 1440, Gutenberg desenvolve a imprensa, o que permite produzir e reproduzir volumes e impressos, tirando a cultura dos círculos minoritários, democratizando-a e colocando-a ao alcance de todos. Surgem no século XVII jornais semanários na Europa. Depois do Iluminismo e da Revolução francesa, surge uma nova visão intelectual de mundo e de formação de direitos do homem, que de alguma forma extrapola nos jornais. Aos poucos a publicidade foi entrando no veículo chamado jornal, ajudando a baixar o preço final do exemplar e fortalecendo o jornal como um veículo profissional e comercial.

Nas eras que se passaram desde eventuais acontecimentos até hoje, a imprensa, ainda

Com a chegada dos meios de comunicação eletrônicos, não perdeu sua importância. Sendo por sua vez o que exerce maior fascínio e, às vezes, para aqueles que usam do poder uma forma de manipulação e opressão ao povo, uma preocupação.

Ainda sendo o jornal uma grande e importante ferramenta da informação, ela não é totalmente livre, O que o faz “servir tanto para fazer poder quanto para poder fazer”. Como um agente do poder, ele “prende” o cidadão, escurecendo sua vista para os reais fatores e acontecimentos. Em outro aspecto, “o poder de agente” que informa o real, tirando a venda sobre os olhos dos cidadãos e os deixando atentos ao um governo possivelmente opressor.

“O veículo jornal deve percorrer, ou criar, novos caminhos: em vez da mão única que transporta as decisões do poder até o povo, optar pela via preferencial que leva a voz do povo até os ouvidos do poder. Caso contrário, a sociedade corre o risco de ser governada por entes virtuais, não-presenciais, seres cujos contornos só são conhecidos pelo que é dado para consumo nos meios de comunicação de massa.”

Seja qual for o caminho exercido pelo “veículo jornal”, cabem ao leitor os prazeres da duvida e deles atribuir suas criticas para a investigação da noticia em questão. Com tudo, uma vez que a sociedade, como deseja o povo, descansa sobre os pilares da democracia, por sua vez, se estruturou em colunas igualmente resistentes, as colunas do jornal.

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