Você é aquilo que você come

‘VOCÊ É AQUILO QUE VOCÊ COME’:A AFIRMAÇÃO PROCEDE, É USADA APENAS PARA ‘VENDER’ OU NADA MUDA O QUE A GENÉTICA DETERMINA?

O Japão é conhecido mundialmente pela longevidade de seus habitantes. No país, existem mais de 20 mil pessoas que já ultrapassaram os 100 anos, e, de acordo com os nativos da Terra do Sol Nascente, o controle da alimentação é o principal fator para viver mais e com maior qualidade. Lá, obedece-se a uma regra milenar da alimentação: “hara hachi bu” (“oito décimos da barriga”). A expressão é uma recomendação para que se pare de comer assim que o estômago atingir 80% de sua capacidade’.

Estudos recentes mostram que uma alimentação simples, à base de arroz, peixes, algas e soja, é a chave para a longevidade. Os japoneses, que têm nesses produtos a base da pirâmide alimentar e cuja população desfruta a maior expectativa de vida do planeta, são a maior prova da veracidade dessa teoria e da eficácia do ‘hara hachi bu’.

Já foi provado que a redução de calorias na dieta prolonga a vida de camundongos. Em humanos, no entanto, isso nunca foi testado. Mas é certo que uma redução equivalente, para o homem, seria 1050 a 1570 calorias, ou seja, metade ou 3/4 das 2100 calorias diárias recomendadas pelos Estados Unidos, um dos países mais obesos do mundo. De acordo com a maioria dos cientistas, isso explica a expectativa de vida norte-americana ser de aproximadamente 77,5 anos, ante os 84,6 dos japoneses.

Apesar das tradições, atualmente os nipônicos com menos de 40 anos estão optando por uma dieta mais ocidentalizada, com muita gordura e excesso de açúcar. Isso tem preocupado o governo japonês, e pode ser uma das causas para que a expectativa de vida lá tenha experimentado uma ligeira queda nas últimas décadas.

Mas a alimentação não é capaz de tudo. A herança genética, segundo alguns especialistas, age diretamente no tempo de vida das pessoas. Assim, aqueles que tiveram antepassados que viveram muito têm mais chances de viverem mais também. Agora, se há histórico de doenças graves na família, que interromperam a vida de alguns integrantes precocemente, aí então é que a alimentação adequada entre em jogo, afinal, ela pode agir de forma a compensar o que a carga genética não foi capaz de prover.

Fonte: Fala que eu te escuto: http://www.arcauniversal.com/falaqueeuteescuto/principal.jsp

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