Uso do “mim” e do “eu”.

No caso dos pronomes pessoais existe uma grande confusão entre o pronome pessoal do caso reto eu e o pronome pessoal do caso oblíquo tônico mim.

Exemplos em frases:

  1. Para eu amar alguém, é preciso que eu seja amado.
  2. Você pode fazer um favor para mim.
  3. Para mim a maior felicidade é a harmonia num lar
  4. Ele deu uma caixa de bombom para eu comer

Aqui vão algumas dicas para não confundi-los:

Mim – Utilizamos na função de complemento da frase, as gramáticas da língua portuguesa exige que as formas oblíquas tônicas dos pronomes pessoais sejam regidas de preposições.

Ex.:

O professor deu a redação para mim.

Eu – Devemos sempre empregar a palavra eu quando esta vier seguida de verbo no infinitivo. Terminados com “ar, er, ir”.

Ex.: Pensar, falar, agir, resolver, sorrir.

No caso de frases como:

“Emanuel fez de tudo para que eu falasse.”

“Não façam nada até que eu saber.”

Podemos notar que o eu foi utilizado mesmo sendo regido por uma preposição. Isso se deve ao fato de ele está sendo seguido pelos verbos infinitivos “falasse” e “saber”.

 

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